Amigos.
Essa semana postei um belíssimo curta-metragem de "Western" com o ator italiano Franco Nero "L'ultimo pistoleiro"
http://bit.ly/tkCta6
Também postei aquela série de filmes polacos que são polêmicos, bufões e alguns engraçados
http://bit.ly/sikOwH
Pra quem gosta de filmes experimentais, tem um muito interessante "Butterflies" com o ator John Malkovich
http://bit.ly/t3e1nc
com um pouco mais de 1 (um) minuto.
Abraço.
Allan dos Santos.
tireotubo.blogspot.com
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Willian Waack e as Relações Promíscuas da Globo c/ Governo Americano
Já era do conhecimento de muitos que o modelo comercial exitoso da Rede Globo no Brasil deveu-se à transferência de expertise técnica, gerencial e mesmo à aplicação de capitais do grupo americano Time-Life. O acordo celebrado entre os dois grupos em 1960 foi crucial ao empreendimento pelo fato de haver proporcionando à emissora, em curto espaço de tempo, conhecimento empresarial até então de domínio exclusivo das mais avançadas emissoras em funcionamento nos Estados Unidos.
Entre 1962 e 1967 a Globo já era dominante no mercado brasileiro de televisão, o que lhe serviu de base para que depois de 50 anos se constituísse o centro de gravidade de um conglomerado de cerca de 100 empresas. Só em televisão são 68 emissoras afiliadas, 26 emissoras de rádio, uma empresa de TV a cabo, uma empresas de serviços de internet, um jornal impresso (o segundo do país), uma agência de notícias, uma editora e uma produtora de áudio,vídeo e filmes. Dados do TBI Yearbook de 2000 indicam que a emissora de TV cobre 100% do território nacional dispõe de 65% da audiência do país, sendo o restante dividido entre as demais emissoras.
A rede Globo é considerada a terceira emissora em tamanho de audiência do mundo, ao lado das 3 grandes americanas NBC, ABC e CBS (dados que excluem Índia e China onde vigoram monopólios estatais). É dela cerca de 80% das despesas com publicidade de anunciantes brasileiros, o que corresponde a 60% dos investimentos com propaganda nos 7 maiores mercados do mundo.
Como revelam Guimarães e Amaral no texto Mídia e Monopólio no Brasil de 1996, o monopólio da emissora foi construído à sombra do regime militar brasileiro, sendo sua consolidação garantida pelo sistema de patronagem da Nova República que a beneficiou intensamente. Durante ambas as fases da história foi-lhe assegurada a transferência de recursos na forma de investimentos públicos e uso de infraestrututa tecnológica de propriedade do Estado.
Segundo os mesmos autores a imbricação entre negócios e política no desenvolvimento da emissora teve dimensões pouco vistas no resto do mundo em empresas privadas, sendo impossível aos seus controladores (família Marinho) expandi-la sem o apoio explícito da emissora a candidatos do governo. Declarou Roberto Marinho ao Diário de Lisboa em 30 de julho 1984: “...enquanto o governo permanecer forte, seremos solidários a ele; se a coisa muda na opinião pública, mudaremos também”. Disse-o à véspera da dissolução do regime militar que apoiava.
As ligações com os americanos constituem capítulo à parte. Quando a Time-Life procuravam parcerias no Brasil recusaram-na os grupos O Estado de São Paulo e Diários Associados. À época a legislação do país proibia empresas estrangeiras de possuir participação no capital ou na administração de empresas de comunicação.
Dada a influência que disponha junto a atores governamentais, a família Marinho manobrou para que a legislação fosse mudada em torno de um novo eixo de políticas que no entender de próceres do regime promovessem a unidade nacional e preparassem as reformas econômicas que o país precisava. Era a época de programas nacionalistas como “Amaral Neto Repórter” e coisas do gênero.
Pelo contrato principal assinado pela empresa Globo com a Time-Life em 24 de julho de 1962, com duração de 11 anos, foi criada em Nova Iorque a TV Globo Inc. Na oportunidade, a família Marinho recebeu a importância de US$ 2 milhões a titulo de adiantamentos e o controle de 51% das cotas do negócio (foram dois contratos, um chamado de principal e outro de assistência técnica).
Ficou estabelecido no contrato de assistência, entre outras coisas, que o grupo estrangeiro além de livre acesso às dependências da emissora e poder para examinar contas, teria também plena liberdade para informar-se com qualquer funcionário de seu interesse. Essas relações teriam sido mantidas de modo formal até meados dos anos 70.
O que não se sabia é que essa troca de informações perdurasse até hoje. Documentos diplomáticos do governo norte-americano vazados recentemente pela Organização Wikileaks apontam como informante do Departamento de Estado ninguém menos que um dos principais âncoras dos telejornais da Globo, o jornalista Wiliam Waack.
Os documentos divulgados pela Organização, constituídos de despachos diplomáticos enviados a Washington pelas representações consulares dos Estados Unidos no Brasil, citam três encontros de Waack com emissários da administração do EUA.
O primeiro deles foi em abril de 2008 (junto com outros jornalistas) com o almirante Philip Cullom, que estava no Brasil para acompanhar exercícios conjuntos entre as marinhas dos Estados Unidos, do Brasil e da Argentina. O segundo encontro aconteceu em 2009, quando Waack foi chamado para prestar informações sobre as movimentações dentro dos partidos visando o processo eleitoral de 2010. O terceiro foi em 2010, com o atual embaixador estadunidense Thomas Shannon, momento em que o jornalista novamente abasteceu o governo americano com informações detalhadas sobre os então candidatos às eleições presidenciais no Brasil.
Outro nome proeminente requisitado pelos analistas americanos é o do jornalista Carlos Eduardo Lins da Silva, da Folha de São Paulo. Os documentos revelados pelo WikiLeaks dão conta de quatro participações do jornalista em reuniões de brasileiros com representantes da administração Bush: um membro do Departamento de Estado, um senador, o cônsul-geral no Brasil e um secretário para assuntos do hemisfério ocidental. Na pauta, o repasse de informações sobre os partidos eleitoreiros no Brasil e sobre a exploração de petróleo na camada pré-sal.
Ainda outro implicado pelos documentos é o jornalista Fernando Rodrigues, repórter especial de política do mesmo jornal, o qual, segundo o wikileaks, chegou a dar explicações ao governo americano sobre o funcionamento do Tribunal de Contas da União.
Mais está por vir à tona. A representante do WikiLeaks no Brasil, a jornalista Natália Viana, adiantou que a organização divulgará em breve milhares de documentos inéditos da diplomacia ianque sobre o Brasil produzidos durante o governo Lula por meio de colaboradores da Rede Globo de Televisão.
Fontes: Helena de Souza, em seu paper “Re-expotando o modelo de Tv norte-americano” e Organização Wilileaks Brasil.
Entre 1962 e 1967 a Globo já era dominante no mercado brasileiro de televisão, o que lhe serviu de base para que depois de 50 anos se constituísse o centro de gravidade de um conglomerado de cerca de 100 empresas. Só em televisão são 68 emissoras afiliadas, 26 emissoras de rádio, uma empresa de TV a cabo, uma empresas de serviços de internet, um jornal impresso (o segundo do país), uma agência de notícias, uma editora e uma produtora de áudio,vídeo e filmes. Dados do TBI Yearbook de 2000 indicam que a emissora de TV cobre 100% do território nacional dispõe de 65% da audiência do país, sendo o restante dividido entre as demais emissoras.
A rede Globo é considerada a terceira emissora em tamanho de audiência do mundo, ao lado das 3 grandes americanas NBC, ABC e CBS (dados que excluem Índia e China onde vigoram monopólios estatais). É dela cerca de 80% das despesas com publicidade de anunciantes brasileiros, o que corresponde a 60% dos investimentos com propaganda nos 7 maiores mercados do mundo.
Como revelam Guimarães e Amaral no texto Mídia e Monopólio no Brasil de 1996, o monopólio da emissora foi construído à sombra do regime militar brasileiro, sendo sua consolidação garantida pelo sistema de patronagem da Nova República que a beneficiou intensamente. Durante ambas as fases da história foi-lhe assegurada a transferência de recursos na forma de investimentos públicos e uso de infraestrututa tecnológica de propriedade do Estado.
Segundo os mesmos autores a imbricação entre negócios e política no desenvolvimento da emissora teve dimensões pouco vistas no resto do mundo em empresas privadas, sendo impossível aos seus controladores (família Marinho) expandi-la sem o apoio explícito da emissora a candidatos do governo. Declarou Roberto Marinho ao Diário de Lisboa em 30 de julho 1984: “...enquanto o governo permanecer forte, seremos solidários a ele; se a coisa muda na opinião pública, mudaremos também”. Disse-o à véspera da dissolução do regime militar que apoiava.
As ligações com os americanos constituem capítulo à parte. Quando a Time-Life procuravam parcerias no Brasil recusaram-na os grupos O Estado de São Paulo e Diários Associados. À época a legislação do país proibia empresas estrangeiras de possuir participação no capital ou na administração de empresas de comunicação.
Dada a influência que disponha junto a atores governamentais, a família Marinho manobrou para que a legislação fosse mudada em torno de um novo eixo de políticas que no entender de próceres do regime promovessem a unidade nacional e preparassem as reformas econômicas que o país precisava. Era a época de programas nacionalistas como “Amaral Neto Repórter” e coisas do gênero.
Pelo contrato principal assinado pela empresa Globo com a Time-Life em 24 de julho de 1962, com duração de 11 anos, foi criada em Nova Iorque a TV Globo Inc. Na oportunidade, a família Marinho recebeu a importância de US$ 2 milhões a titulo de adiantamentos e o controle de 51% das cotas do negócio (foram dois contratos, um chamado de principal e outro de assistência técnica).
Ficou estabelecido no contrato de assistência, entre outras coisas, que o grupo estrangeiro além de livre acesso às dependências da emissora e poder para examinar contas, teria também plena liberdade para informar-se com qualquer funcionário de seu interesse. Essas relações teriam sido mantidas de modo formal até meados dos anos 70.
O que não se sabia é que essa troca de informações perdurasse até hoje. Documentos diplomáticos do governo norte-americano vazados recentemente pela Organização Wikileaks apontam como informante do Departamento de Estado ninguém menos que um dos principais âncoras dos telejornais da Globo, o jornalista Wiliam Waack.
Os documentos divulgados pela Organização, constituídos de despachos diplomáticos enviados a Washington pelas representações consulares dos Estados Unidos no Brasil, citam três encontros de Waack com emissários da administração do EUA.
O primeiro deles foi em abril de 2008 (junto com outros jornalistas) com o almirante Philip Cullom, que estava no Brasil para acompanhar exercícios conjuntos entre as marinhas dos Estados Unidos, do Brasil e da Argentina. O segundo encontro aconteceu em 2009, quando Waack foi chamado para prestar informações sobre as movimentações dentro dos partidos visando o processo eleitoral de 2010. O terceiro foi em 2010, com o atual embaixador estadunidense Thomas Shannon, momento em que o jornalista novamente abasteceu o governo americano com informações detalhadas sobre os então candidatos às eleições presidenciais no Brasil.
Outro nome proeminente requisitado pelos analistas americanos é o do jornalista Carlos Eduardo Lins da Silva, da Folha de São Paulo. Os documentos revelados pelo WikiLeaks dão conta de quatro participações do jornalista em reuniões de brasileiros com representantes da administração Bush: um membro do Departamento de Estado, um senador, o cônsul-geral no Brasil e um secretário para assuntos do hemisfério ocidental. Na pauta, o repasse de informações sobre os partidos eleitoreiros no Brasil e sobre a exploração de petróleo na camada pré-sal.
Ainda outro implicado pelos documentos é o jornalista Fernando Rodrigues, repórter especial de política do mesmo jornal, o qual, segundo o wikileaks, chegou a dar explicações ao governo americano sobre o funcionamento do Tribunal de Contas da União.
Mais está por vir à tona. A representante do WikiLeaks no Brasil, a jornalista Natália Viana, adiantou que a organização divulgará em breve milhares de documentos inéditos da diplomacia ianque sobre o Brasil produzidos durante o governo Lula por meio de colaboradores da Rede Globo de Televisão.
Fontes: Helena de Souza, em seu paper “Re-expotando o modelo de Tv norte-americano” e Organização Wilileaks Brasil.
"Anjo da morte" é condenado à prisão perpétua por crimes na ditadura argentina
A Justiça da Argentina condenou na noite desta quarta-feira o ex-capitão da Marinha Alfredo Astiz, 59, à prisão perpétua por crimes contra a humanidade, torturas e sequestros cometidos durante a ditadura no país, entre 1976 e 1983.
"Condeno Alfredo Astiz à pena de prisão perpétua por privação ilegítima de liberdade, tortura e homicídio", foi o veredicto do tribunal que julgava 18 militares repressores da ditadura, a maioria ex-membros da Marinha
Ex-oficial Alfredo Astiz, conhecido como "Anjo Louro da Morte"; Justiça argentina o condena a prisão perpétua
Astiz, conhecido como o "anjo louro da morte", já tinha sido condenado à prisão perpétua à revelia na França e na Itália, e é considerado um agente emblemático da repressão durante a ditadura.
O comandante Astiz, reformado em 1998 por dizer à imprensa que "mataria" e "colocaria bombas" se recebesse ordens, foi considerado culpado do desaparecimento das freiras francesas Leonie Duquet e Alice Domon, da fundadora das Mães da Praça de Maio, Azucena Villaflor, e do escritor e jornalista Rodolfo Walsh, entre outras vítimas.
O chefe de Astiz durante a ditadura, o comandante Jorge "Tigre" Acosta, também foi condenado à prisão perpétua por crimes contra a humanidade.
Ainda em maio deste ano, o governo argentino pedira a prisão perpétua a Astiz, que já havia sido condenado, em 2010, à mesma pena pela Justiça francesa.
As religiosas francesas foram sequestradas nos dias 8 e 10 de dezembro de 1977, ao lado de dez militantes de defesa dos direitos humanos --entre eles a fundadora do movimento Mães da Praça de Maio, Azucena Villaflor.
Com a condenação, o ex-oficial, de 59 anos, poderá permanecer na prisão além do limite de 25 anos previsto pela lei, sem possibilidade de recurso.
A ditadura argentina é considerada uma das mais sangrentas da América do Sul. De acordo com organizações de direitos humanos, cerca de 30 mil pessoas morreram ou desapareceram durante o regime militar.
Marcos Brindicci/Reuters
UOL
"Condeno Alfredo Astiz à pena de prisão perpétua por privação ilegítima de liberdade, tortura e homicídio", foi o veredicto do tribunal que julgava 18 militares repressores da ditadura, a maioria ex-membros da Marinha
Ex-oficial Alfredo Astiz, conhecido como "Anjo Louro da Morte"; Justiça argentina o condena a prisão perpétua
Astiz, conhecido como o "anjo louro da morte", já tinha sido condenado à prisão perpétua à revelia na França e na Itália, e é considerado um agente emblemático da repressão durante a ditadura.
O comandante Astiz, reformado em 1998 por dizer à imprensa que "mataria" e "colocaria bombas" se recebesse ordens, foi considerado culpado do desaparecimento das freiras francesas Leonie Duquet e Alice Domon, da fundadora das Mães da Praça de Maio, Azucena Villaflor, e do escritor e jornalista Rodolfo Walsh, entre outras vítimas.
O chefe de Astiz durante a ditadura, o comandante Jorge "Tigre" Acosta, também foi condenado à prisão perpétua por crimes contra a humanidade.
Ainda em maio deste ano, o governo argentino pedira a prisão perpétua a Astiz, que já havia sido condenado, em 2010, à mesma pena pela Justiça francesa.
As religiosas francesas foram sequestradas nos dias 8 e 10 de dezembro de 1977, ao lado de dez militantes de defesa dos direitos humanos --entre eles a fundadora do movimento Mães da Praça de Maio, Azucena Villaflor.
Com a condenação, o ex-oficial, de 59 anos, poderá permanecer na prisão além do limite de 25 anos previsto pela lei, sem possibilidade de recurso.
A ditadura argentina é considerada uma das mais sangrentas da América do Sul. De acordo com organizações de direitos humanos, cerca de 30 mil pessoas morreram ou desapareceram durante o regime militar.
Marcos Brindicci/Reuters
UOL
K. LIVRO DO BERNARDO KUCINSKI
Ditadura militar, 1974. Um jovem casal, ela química, professora na Universidade de São Paulo, ele físico trabalhando em uma empresa, desaparece sem deixar o menor sinal. Pânico na família e nas amizades, buscas incansáveis, qualquer fiapo de informação reacendendo esperanças, sofrimento indizível com a agonia da incerteza. Mais tarde a realidade se impôs, trágica e definitiva: eram militantes da resistência e tinham sido sequestrados, torturados e assassinados. Talvez na "Casa da Morte", em Petrópolis? Nada foi confirmado e eles continuam na lista dos "desaparecidos".
Desaparecidos, mas não olvidados. Este livro não veio para registrar fatos do terrorismo do Estado, mas, sim, para nos colocar dentro da dor e da memória. O senhor K. é o protagonista, dilacerado em seu amor paterno e os sentimentos de culpa: como não percebera o que acontecia com a filha, ele que também fora um resistente judeu na Polônia natal? Na leitura, convivemos com as providências desesperadas da família, apelando no país e no exterior e aqui tendo que lidar com agentes da repressão, com informantes, com extorsões, com a mentira, o escárnio, a humilhação, a covardia, a crueldade. (...)
Maria Victoria de Mesquita Benevides
Desaparecidos, mas não olvidados. Este livro não veio para registrar fatos do terrorismo do Estado, mas, sim, para nos colocar dentro da dor e da memória. O senhor K. é o protagonista, dilacerado em seu amor paterno e os sentimentos de culpa: como não percebera o que acontecia com a filha, ele que também fora um resistente judeu na Polônia natal? Na leitura, convivemos com as providências desesperadas da família, apelando no país e no exterior e aqui tendo que lidar com agentes da repressão, com informantes, com extorsões, com a mentira, o escárnio, a humilhação, a covardia, a crueldade. (...)
Maria Victoria de Mesquita Benevides
terça-feira, 25 de outubro de 2011
TEMPOS DE PLANÍCIE
ZÉ DIRCEU autografando seu livro "Tempos de Planície", para BETINHO DUARTE ontem , segunda feira, dia 24 de outubro , na Livraria Mineiriana. Foi mais uma noite extremamente agradavel. Encontrei vários amigos e companheiros. Além deste fui no lançamento dos livros dos amigos Dídimo Paiva ( 13/10) e do Everaldo Chrispim " Uma viagem ao acaso" ( 22/10)
Abaixo o convite enviado pelo Zé Dirceu
Estarei lá, caneta em punho, a partir das 19h00 na Mineiriana... Convido a todos que estiverem na nossa Belo Horizonte - sou cidadão do mundo, mas nascido em Passa Quatro, mais mineiro do que nunca, uai! - nesta 2ª feira (24.10) para o lançamento do meu livro, "Tempos de Planície".
Estarei lá, caneta em punho, a partir das 19h00 na Livraria Mineiriana para trocar nossos calorosos abraços de mineiros. O livro, como vocês sabem, é uma coletânea de artigos meus publicados em diversos jornais e revistas. Eles foram selecionados com muito critério e externam meu pensamento e posições adotadas nos últimos anos.
Esses artigos sintetizam, também, como vejo o PT, o governo federal e as relações que estes estabelecem com a sociedade, ontem e hoje.
Conto com a presença de todos vocês meus patrícios.
Um abraço do Zé.
Abaixo o convite enviado pelo Zé Dirceu
Estarei lá, caneta em punho, a partir das 19h00 na Mineiriana... Convido a todos que estiverem na nossa Belo Horizonte - sou cidadão do mundo, mas nascido em Passa Quatro, mais mineiro do que nunca, uai! - nesta 2ª feira (24.10) para o lançamento do meu livro, "Tempos de Planície".
Estarei lá, caneta em punho, a partir das 19h00 na Livraria Mineiriana para trocar nossos calorosos abraços de mineiros. O livro, como vocês sabem, é uma coletânea de artigos meus publicados em diversos jornais e revistas. Eles foram selecionados com muito critério e externam meu pensamento e posições adotadas nos últimos anos.
Esses artigos sintetizam, também, como vejo o PT, o governo federal e as relações que estes estabelecem com a sociedade, ontem e hoje.
Conto com a presença de todos vocês meus patrícios.
Um abraço do Zé.
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