Prezados Companheir@s e amig@s
A representação regional da Coalizão Internacional dos Lugares de Memória e Consciência, órgão que reúne entidades que lutam pela preservação das memórias políticas de seus países, propôs no ano de 2010 que se montasse uma exposição fotográfica virtual que demonstrasse a história política recente dos países da América Latina.
O Núcleo de Preservação da Memória Política, entidade de Sao Paulo criada em maio de 2009 e primerio membro brasileiro da Coalizao , se dispôs a ajudar a elaborar a parte referente ao Brasil , em conjunto com o Memorial da Resistencia em SP, que também faz parte da Coalizão , como primeiro Lugar de Memoria e de Consciencia no Brasil .
Foram escolhidas 3 fotos que , ao entender das duas entidades , possuem uma importancia significativa na transição do nosso país de um regime ditatorial, ilegal e ilegitimo, para o caminho da Democracia que vivemos hoje
Acreditamos que a importância de se conhecer o passado, é para que violações aos direitos humanos como as praticadas no período ditatorial nunca mais se repitam. E compreendendo o passado, possamos entender o presente e construir um futuro de mais respeito aos direitos humanos e a dignidade humana
Espero que gostem e possam espalhar esta exposição virtual entre os jovens e não tão jovens.
Um abraço
M.Politi
Núcleo de Preservação da Memória Política
Visite o nosso site :
www.nucleomemoria.org.br
TRANSIÇÕES.
Da ditadura para a democracia na América Latina.
Galeria.
http://www.flickr.com/photos/transiciones/sets/72157627958361889/
A presença cada vez mais crescente de regimes democráticos na America Latina é uma realidade a qual não se pode negar. Mas a combinação de luzes e sombras deste mapa não nos permite uma fácil celebração. Ao mesmo tempo em que nos congratulamos pela frequencia com que participamos de processos eleitorais, não se pode minimizar em alguns países a persistência de funções institucionais ainda deficitárias em graus diversos os quais , em muitas ocasiões, facilitam a violação de Direitos e Garantias elementares de amplos setores da população.
Enquanto isso, em outros países, estas mesmas funções institucionais ainda mostram uma severa incapacidade de garantir, a partir do Estado, o direito à vida e à integridade física dos seus cidadãos.
Em 2010, os membros da Coalizao Internacional dos Lugares de Memória e Consciencia da Rede Latino Americana se propuseram formatar uma exposição fotográfica que pudesse abordar, através de imagens particularmente relevantes , a história política de nossos países durante o passado recente.
Tratou-se de um exercício grupal que levaram adiante as insituições-membros da Coalizão, em cada país , na seleção de imagens mais representativas ou emblemáticas dos periodos de transição de governos autoritários ou de ditaduras nos processos em direção à Democracia, de transições de conflitos armados internos a processos democráticos ou ainda de imagens daqueles momentos considerados chaves e que constituiram-se em fraturas ou pontos de inflexão na história social e política das ultimas décadas.
As fotografias de cada painel têm identidade própria , mas os tres painéis, que mostram fatos ocorridos em cada um dos nove países que compõem esta exibição, podem unirr-se numa sequencia possível de vinculação entre si.
Como toda tarefa coletiva, a elaboração da exibição fotográfica que hoje publicamos, não foi de fácil realização, principalmente devido à questões de ordem práticas, derivadas do fato de ser esta justamente uma obra que , além de coletiva, foi necessariamente realizada à distancia , além do fato de que se constituiu em uma tarefa que se agregou às agendas e programas de cada um destas instituições . Mas foi também - e olhando este aspecto num sentido positivo - um esforço de entendimento para encontrar os acordos ente olhares distintos, no interior de cada país e cada instituição , para que se constituísse uma seleção efetivamente representativa.
Ao desenhar esta nova atividade, tivemos um duplo objetivo: Em primeiro lugar quisemos estudar a possibilidade de gerar uma obra que pudesse ser itinerante , na medida em que utilizando-se de simples mecanismos de reprodução dos paineis, esta pudesse ser exibida em cada um dos Lugares de Memória e Consciencia , membros da rede, e até mesmo em outras instituições. O segundo objetivo foi provocar o debate sobre as formas com as quais representamos - nas exposições museológicas de nossas instituições- as transições ou os fatos que marcaram verdadeiras etapas nesta história recente que pretendemos contar.
Seus autores são as seguintes instituições:
* Agrupación de Familiares de Detenidos Desaparecidos de Paine (Paine, Chile)
* Asociación Caminos de la Memoria (Lima, Perú)
* Archivo Histórico de la Policía Nacional (Ciudad de Guatemala, Guatemala)
* Archivo Provincial de la Memoria (Córdoba, Argentina)
* Asociación Paz y Esperanza (Perú)
* Casa por la Memoria y la Cultura Popular (Mendoza, Argentina)
* Centro Cultural por la Memoria de Trelew (Argentina)
* Centro Cultural y Museo de la Memoria - MUME (Montevideo, Uruguay)
* Centro de Investigaciones Regionales de Mesoamérica (La Antigua Guatemala, Guatemala)
* Centro Fray Bartolomé de las Casas (San Cristóbal de Las Casas, México)
* Corporación Parque por la Paz Villa Grimaldi (Santiago, Chile)
* Dirección de Derechos Humanos del Municipio de Morón (Morón, Argentina)
* Dirección de Verdad, Justicia y Reparación (Asunción, Paraguay)
* Estadio Nacional (Santiago, Chile)
* Memoria Abierta (Buenos Aires, Argentina)
* Memorial Da Resistencia ( Sao Paulo , Brasil)
* Movimiento Ciudadano Para que no se Repita (Perú)
* Museo de la Memoria (Rosario, Argentina)
* Museo de la Memoria y los Derechos Humanos (Santiago, Chile)
* Museo de las Memorias: Dictaduras y Derechos Humanos (Asunción, Paraguay)
* Museo de la Palabra y la Imagen (San Salvador, El Salvador)
* Museo Memorial de la Resistencia Dominicana (Santo Domingo, República Dominicana)
* Núcleo da Preservacao da Memória Política ( Sao Paulo, Brasil)
* Sociedad Civil Las Abejas (Acteal, México)
Mostrando postagens com marcador FOTOS QUE FIZERAM HISTÓRIA. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
sábado, 10 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Cidadão grego em desespero ateando fogo ao próprio corpo
Em
http://www.elpais.com/fotogaleria/hombre/quema/bonzo/banco/griego/elpgal/20110916elpepuint_1/Zes/1
É possível assistir ao horror de um cidadão grego em desespero ateando fogo ao próprio corpo. Para os banqueiros um tresloucado, para os governantes um terrorista, ou um doente mental. Para a nação grega alguém que percebeu que é apenas um número, infinitesimal, na barbárie do regime capitalista.
http://www.elpais.com/fotogaleria/hombre/quema/bonzo/banco/griego/elpgal/20110916elpepuint_1/Zes/1
É possível assistir ao horror de um cidadão grego em desespero ateando fogo ao próprio corpo. Para os banqueiros um tresloucado, para os governantes um terrorista, ou um doente mental. Para a nação grega alguém que percebeu que é apenas um número, infinitesimal, na barbárie do regime capitalista.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
MÃE CRUZA O RIO COM OS FILHOS -VIETNÃ
Uma mãe cruza o rio com os filhos durante a guerra do Vietnã em 1965 fugindo da chuva de bombas americanas
O BEIJO DA TIME SQUARE
O Beijo de despedida a Guerra foi feita por Victor Jorgensen na Times Square em 14 de Agosto de 1945, onde um soldado da marinha norte-americana beija apaixonadamente uma enfermeira. O que é fora do comum para aquela época é que os dois personagens não eram um casal, eram perfeitos estranhos que haviam acabado de encontrar-se.
A fotografia, grande ícone, é considerada uma analogia da excitação e paixão que significa regressar a casa depois de passar uma longa temporada fora, como também a alegria experimentada ao término de uma guerra.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
SOLDADO BALEADO POR UM ATIRADOR
1962. Um soldado baleado por um atirador segura-se em um padre nos seus últimos momentos. Foto: Héctor Rondón Lovera, Venezuela
ALUNA NEGRA ADMITIDA EM ESCOLA NOS ESTADOS UNIDOS - 1957
1957. O primeiro dia de Dorothy Counts no Harry Harding High School nos Estados Unidos. Counts foi uma das primeiras alunas negras admitidas na escola, e ela não suportou o racismo por mais de 4 dias. Foto crédito: Douglas Martin, E.U.A.
terça-feira, 3 de maio de 2011
A MENINA DO VIETNÃ
Em oito de junho de 1972, um avião norte-americano bombardeou a população de Trang Bang, local onde Kim Phuc e sua família viviam. Com sua roupa em chamas, a menina de nove anos, corria em meio ao povo desesperado. No momento em que suas roupas foram consumidas pelo fogo, o fotógrafo Nic Ut registrou a famosa imagem.
Em seguida, Nic levou-a para um hospital, onde permaneceu por 14 meses, sendo submetida a 17 operações de enxerto de pele. Nesta imagem, fica claro o sofrimento, a desesperança e a dor humana na guerra, especialmente para as crianças.
Atualmente, Pham Thi Kim Phuc mora no Canadá, com o marido e dois filhos, onde é embaixadora da UNESCO e presidente da "Fundação Kim Phuc", dedicada a ajudar as crianças vítimas da guerra.
ESPREITANDO A MORTE
Em 1994, o fotógrafo Sudanês Kevin Carter ganhou o prêmio Pulitzer de foto jornalismo com uma fotografia tomada na região de Ayod (pequena aldeia em Suam), que percorreu o mundo inteiro.
A figura esquelética de uma pequena menina, totalmente desnutrida, recostando-se sobre a terra, esgotada pela fome e a ponto de morrer, enquanto num segundo plano, a figura expectante de um abutre se encontra esperando o momento preciso da morte da garota.
Quatro meses depois, abrumado pela culpa e conduzido por uma forte dependência às drogas, Kevin Carter suicidou-se.
A MENINA AFEGÃ
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Sharbat Gula foi fotografada aos 12 anos, em junho de 1984, pelo fotógrafo Steve McCurry, no acampamento de refugiados
Nasir Bagh no Paquistão, durante a guerra contra a invasão soviética.
Sua foto foi publicada na capa da National Geographic, em junho de 1985, e considerada uma das mais famosas capas do mundo.
No entanto, na época ninguém sabia o nome da garota. O mesmo homem que a fotografou buscou a jovem durante 17 anos.
Em janeiro de 2002, encontrou a menina, então uma mulher de 30 anos. Sharbat Gula vive com o marido e três filhos numa aldeia no Afeganistão.
O HOMEM DO TANQUE DE TIANANMEN
Também conhecido como o "Rebelde Desconhecido", alcunha atribuída ao jovem anônimo que se tornou, internacionalmente,
famoso ao ser fotografado em pé em frente a uma linha de tanques, durante a revolta da Praça de Tiananmen de 1989, na República Popular Chinesa.
A foto foi tirada por Jeff Widener, e na mesma noite foi capa de centenas de jornais, noticiários e revistas de todo mundo. O jovem estudante (certamente morto horas depois) se colocou entre as duas linhas de tanques que tentavam avançar.
No ocidente as imagens do rebelde foram apresentadas como símbolo do movimento democrático Chinês: um jovem arriscando a vida para opor-se a um esquadrão militar.
Na China, a imagem foi usada pelo governo como símbolo do cuidado dos soldados do Exército Popular de Libertação para proteger o povo chinês:
apesar das ordens de avançar, o condutor do tanque recusou fazê-lo pois implicava causar danos a um cidadão (hã hã).
CHE GUEVARA o "Guerrilheiro Heróico",
A famosa foto de Che Guevara, conhecida formalmente como "Guerrilheiro Heróico", onde aparece seu rosto com a boina negra olhando ao longe, foi tirada por Alberto Korda em cinco de março de 1960 quando Guevara tinha 31 anos num enterro de vítimas de uma explosão. Somente foi publicada sete anos depois.O Instituto de Arte de Maryland - EUA denominou-a "A mais famosa fotografia e maior ícone gráfico do mundo do século XX". É, sem sombra de dúvidas, a imagem mais reproduzida de toda a história expressa um símbolo universal de rebeldia, em todas suas interpretações
GUERRILLERO HEROICO
Alberto Díaz Gutierrez (Korda) falleció en París de paro cardiaco el 25 de mayo de 2001. Su arte se desarrolla, caracterizado siempre por el uso de la luz natural, en una especialización que hoy hace furor: la fotografía de modas y modelos, alcanzando renombre internacional. Ello lo llevó a conocer a Norka, una modelo cubana de extraordinaria belleza que llegó a trabajar en Francia con Christian Dior, de la que lógicamente se enamoró y con la que se casó. De ese matrimonio nacieron los dos primeros hijos, Norka y Fidel. Posteriormente, Korda se estableció como pareja otras cinco veces. Junto a esas fotos de moda, Korda toma otras de evidente intención social. Fue fotógrafo del periódico Revolución, en el que publicó importantes ensayos fotográficos.En el desempeño de ese trabajo consiguió atrapar durante unos segundos la imagen del rostro rebelde y desafiante del guerrillero Che Guevara aquella tarde lluviosa del 5 de marzo del año 1960. Se celebraba entonces un multitudinario mitin en la capital cubana para rendir homenaje a las 136 víctimas del vapor La Coubre, que había estallado, por un supuesto sabotaje, mientras se desembarcaban armas adquiridas en Bélgica para defender la revolución de las amenazas bélicas de Estados Unidos. Estaba a unos 8 ó de la tribuna donde hablaba Fidel y tenía una cámara Leica de lente semi-telefoto cuando se percató que el Che, que se mantenía en un segundo plano, se acercaba a la baranda donde estaban Jean Paul Sartre y Simone de Beauvoir para mirar a la multitud. Cuando vio el rostro del Che en su lente, sintió una especie de estremecimiento en su cuerpo y disparó el obturador de la cámara dos veces. En ese momento el Che se retira. Todo ocurre en medio minuto. Esa estampa del Che Guevara se convirtió después de la muerte del famoso guerrillero en Bolivia en una de las fotografías más relevantes del siglo XX. Sólo tomó dos negativos, uno de los cuales llegaría a convertirse en su más famosa fotografía, sin embargo, cuando llega al periódico Revolución no se publica. Siete años más tarde esa imagen alcanza otra dimensión: En el verano del 67 el editor italiano Giangiacomo Feltrinelli llega al estudio habanero de Korda. Lo ha enviado Haydée Santamaría, presidenta de la Casa de las Américas. Buscaba unas fotos del Che y Korda le obsequia dos copias de la foto. En octubre muere el Che y Feltrinelli imprime la foto en Italia, en un cartel de un metro por setenta. Es entonces cuando la foto se convierte en mito. Impresiona por su hieratismo, con su chaqueta verde oliva cerrada, con su boina negra y la estrella dorada. Se advierte en su mirada la cólera reconcentrada por aquellas muertes, hay una impactante fuerza en su expresión. A Korda le impresionó la intensidad de la mirada del Che, que él describió como encabronada y doliente.
*
Reproducida en grandes cantidades, la versión recortada de este retrato se volvió un icono para la generación del 68. Es la foto que se lleva a las manifestaciones, a las protestas, aparece publicada en cientos de artículos, en banderas, en posters, en murales y camisetas. Se convirtió en un símbolo de rebeldía y sigue siendo un icono para la juventud no afiliada a las tendencias políticas principales en Europa y Latinoamérica. Incluso se convirtió en un artículo pop (Andy Warhol y su famoso cartel partiendo de la imagen del che). En los años ochenta y noventa esta imagen fue utilizada en el primer mundo como lo "chic radical" para una generación que sabía poco o nada acerca de la persona o la postura ideológica del hombre detrás del retrato. La imagen apareció en productos de prestigiosas marcas de cervezas, vodka (Korda siempre tuvo una extraordinaria admiración por el mítico guerrillero. Cuando su afamada foto del Che fue usada por una campaña publicitaria del vodka Smirnoff en el Reino Unido, Korda estableció una demanda ante los tribunales que terminó ganando), relojes y ropa, e incluso tatuada en el vientre del boxeador Mike Tyson. La imagen también se ha utilizado como caricatura y parodia (me viene a la cabeza (no sé si la habéis visto) la caricatura de Aznar :El Che-ma), además de reclamo político para movimientos tan dispares como el zapatista, en México, los antiglobalizadores, los que reclaman la identidad latinoamericana, la identidad indígena e incluso para reivindicar a los homosexuales, y eso que el Che era bastante homófobo.
En resumen, una fotografía que supo capturar en un instante los ideales de una época y de una generación.
O BEIJO DO HOTEL DE VILLE
Esta bela foto, de 1950, é considerada como a mais vendida da história. Esta foto foi tirada por Robert Doisneau enquanto tomava um café. O fotógrafo acionava regularmente sua câmara entre as pessoas que passavam e captou esta imagem de amantes beijando-se com paixão, enquanto caminhavam no meio da multidão.
Esta foi a história que se conheceu durante muitos anos até 1992, quando dois impostores se fizessem passar pelo casal protagonista desta foto.
No entanto o Sr. Doisneau indignado pela falsa declaração, declarou que a fotografia não tinha sido tirada a esmo, na verdade o casal pediu para posar para sua lente, lhes enviando uma cópia da foto como agradecimento.
55 anos depois Françoise Bornet (a mulher do beijo) reclamou os direitos de imagem das cópias desta foto e recebeu 200 mil dólares.
THE FALLING MAN
The Falling Man é o título de uma fotografia tirada por Richard Drew durante os atentados, do 11 de setembro de 2001, contra as
torres gêmeas do WTC. Na imagem pode-se ver um homem se atirando de uma das torres.
A publicação do documento, pouco depois dos atentados, irritou certos setores da opinião pública norte-americana.
Ato seguido, a maioria dos meios de comunicação se auto-censurou, preferindo mostrar, unicamente, fotografias de atos de heroísmo e sacrifício.
Ah sim... Mas eles passaram exaustivamente na TV a morte de Saddam...
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