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domingo, 27 de novembro de 2011

Mais de 570 crianças morrem por hora pela falta de um mínino de alimento

http://www.msf.org.br/

10 Motivos para ser um Doador Sem Fronteiras


1. É fácil doar! 5 minutos do seu tempo podem salvar muitas vidas.


2. Custa pouco e faz muita diferença. O que você faz com R$1,00 por dia?


• Compra uma caneta


• Faz uma ligação para celular


• Esquece no fundo da bolsa


• Salva vidas.


3. R$30,00 por mês fazem a diferença. Com R$1,00 por dia, durante uma ano, você nos ajuda a:


– Equipar 15 médicos para prestar primeiros socorros em países em guerra.


– Vacinar 200 crianças contra meningite.


4. Você acompanha os resultados da sua doação


– Você recebe informativos e relatórios periódicos sobre as atividades que estamos realizando graças ao apoio de pessoas como você!

5. Faz bem


- Doar é um gesto de cidadania e solidariedade.


- Sua doação nos ajuda a salvar vidas. Doar é ajudar mulheres grávidas a terem um parto seguro, tratar crianças pequenas com malária e realizar cirurgias em pessoas feridas por bombas e balas. Sua doação nos garante independência de poderes políticos e econômicos e nos permite agir rapidamente.


6. Os recursos vão para o lugar certo


– MSF estará sempre prestando contas a você.


– 83% dos recursos são aplicados diretamente em nossos projetos.


7. Você pode confiar em MSF


– Fomos reconhecidos com o Nobel da Paz em 1999.


– Somos auditados anualmente por empresas independentes.


– Temos 3,8 milhões de doadores no mundo.

8. Você faz a diferença


– Graças a doadores como você, MSF consegue atuar com independência de poderes políticos, econômicos e militares.


– 80% dos nossos recursos vêm de doadores privados, pessoas como você!


9. Você ajuda a quem mais precisa


– São mais de 400 projetos, espalhados pelo mundo, levando cuidados de saúde a milhares de pessoas, vítimas de catástrofes naturais, conflitos armados, epidemias, fome, sem discriminação racial, religiosa ou política.


10. Milhares de pessoas precisam de sua ajuda urgente!


– Neste momento, em algum de nossos projetos tem uma pessoa em uma situação muito difícil, precisando urgentemente de cuidados de saúde e você pode fazer a diferença.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

11 de setembro? Mas qual deles?

Em 11 de Setembro no Chile.


O Golpe Militar no Chile, apoiado e financiado pelos Estados Unidos em 1973, matou o Presidente eleito Salvador Allende e instalou no poder a era Pinochet, uma das mais sangrentas ditaduras da América Latina. Resultado do golpe militar apoiado e financiado pelos EUA:


28 mil torturados,

2.279 executados,


1.248 desaparecidos,


200 mil exilados.


Como se pode ver, são onzes de setembro diferentes


 Allende falava na rádio  e  as bombas dos aviões o silenciaram dentro do Palácio La Moneda, bem cedo. Tanto que quando viram o ataque de 11 de setembro nos EUA pensaram logo que fosse vingança dos chilenos, pelo papel decisivo que os EUA tiveram no golpe no Chile. Mas vendo os dados abaixo e há outros milhares  que o problema do nosso mundo é muitíssimo maior, e essa mídia comercial mostra o seu caráter hediondo ao impor a desinformação ao povo. A violação dos direitos humanos e a violência sem limites que é corriqueira merece uma reflexão bem mais profunda que as que são feitas de rotina.


100 milhões de negros foram mortos na ESCRAVIDÃO.


9 milhões de pessoas foram mortas pela INQUISIÇÃO.


6 milhões de judeus foram mortos no HOLOCAUSTO.


220 mil japoneses foram mortos nos ataques NUCLEARES à Hiroshima e Nagazaki

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

O MAIOR PROTESTO POR MORADIA DA HISTÓRIA DE ISRAEL




Ter, 02 de Agosto de 2011 00:08
Mais de 150 000 pessoas tomam as ruas de Israel no maior protesto por moradia da história do país. Manifestações ocorreram em mais de 10 cidades ao longo de Israel, exigindo baixa nos custos da moradia; grupos de árabes e judeus se juntaram pela primeira vez desde as manifestações começaram, há 16 dias. O maior protesto ocorreu em Tel Aviv, onde milhares marcharam do Parque HaBima ao Museu de TelAviv. “Estamos muito felizes em ver o povo israelense ir para as ruas”, disse Yonatan Levy, um dos organizadores. Ilan Lior , Gili Cohen , Jack Khoury, Nir Hasson, Yanir Yagna and Eli


Ashkenazi - Haaretz, na Carta Maior


Mais de 100 000 pessoas tomaram as ruas no sábado para protestar contra o aumento desmesurado do preço das moradias em Israel. Marchas e passeatas tomaram 11 cidades pelo país, com as maiores manifestações ocorrendo em Tel Aviv, Jerusalém, Be’er Sheva e Haifa. Os manifestantes gritavam “o povo quer justiça social” e “queremos justiça, não caridade”.


O maior protesto ocorreu em Tel Aviv, onde milhares marcharam do Parque HaBima ao Museu de TelAviv. “Estamos muito felizes em ver o povo israelense ir para as ruas”, disse Yonatan Levy, um dos organizadores. “Estamos impressionados em ver ao longo do dia que as questões que foram levantadas em diferentes níveis e em diferentes cidades não são tão remotas entre si, de jeito nenhum”.


Em Haifa, 8 000 pessoas marcharam pela cidade. Em Jerusalém, 10 000 manifestantes marcharam do Parque do Cavalo até a casa do Primeiro Ministro Benjamin Netanyahu. Em Be’er Sheva, 3 000 manifestantes marcharam com cartazes dizendo “Be’er Sheva gritando sete (Sheva é a palavra hebraica para o número sete)”.


Em Ashdod, manifestantes marcharam a partir do Parque da Cidade. Algo como 150 pessoas se reuniram na cidade das barracas de Ashdod a caminho da grande marcha. Estudantes de Beit Barl marcharam da cidade das barracas em Kfar Sava para o entroncamento central Ra’anna.


Pela primeira vez desde que os protestos começaram, há 16 dias, houve um protesto envolvendo tanto judeus como árabes num lugar no centro de Nazaré. Em Kiryat Shmona 1999 manifestantes marcharam na principal via da cidade, em direção à saída sul da cidade.


Muitos músicos proeminentes fizeram shows nas ruas, inclusive Hemi Rodner, Dan Toren, Yehuda Poliker, Barry Sakharov, Yishai Levi, Aviv Geffen e outros.


Tradução: Katarina Peixoto

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

CONTINUAM TENTANDO ASSASSINAR FIDEL CASTRO

Novo "Call of Duty" provoca ira de Cuba ao "caçar" Fidel Castro


Uma das missões do game é matar o ex-presidente cubano; governo local afirma que EUA quer fazer virtualmente o que tentou durante 50 anos na vida real


Pouco tempo depois de ser lançado oficialmente, em 9/11, o novo “Call of Duty: Black Ops” (que deve chegar ao Brasil apenas em 16/11) já causa polêmica. E não é nos EUA, mas em Cuba. O game de tiro em primeira pessoa da produtora americana Activision se passa na época da Guerra Fria e uma das missões dos jogadores é justamente matar o ex-presidente e líder da Revolução Cubana, Fidel Castro.


De acordo com o site do jornal americano Huffington Post, o governo cubano criticou fortemente o novo título, por meio do site de notícias oficial da ilha, chamado de Cubadebate. “O que os Estados Unidos não conseguiu realizar em mais de 50 anos, agora tenta fazer virtualmente”, afirma uma matéria publicada no portal.


Além disso, no mesmo artigo, intiulado "Nova operação contra Cuba: EUA lança jogo cujo objetivo é assassinar Fidel", o governo cubano afirma que “o novo game é duplamente perverso. Por um lado, glorifica as tentativas de assassinato que o governo dos EUA planejou contra o líder cubano. E por outro, estimula atitudes sociopatas por parte das crianças e adolescentes norte-americanos.”


No sétimo jogo da série, os gamers têm como uma das primeiras missões assassinar um então jovem Fidel Castro, nos início dos anos 1960, pouco tempo antes da famosa crise dos mísseis de Cuba, que provocou enorme tensão entre as então potências EUA e União Soviética.


Até o momento, a produtora do jogo, a Activision, não se manifestou sobre o assunto.
- Vídeo da jogabilidade de "Black Ops": http://migre.me/28MwX


Novo "Call of Duty" é o recordista em vendas na história do entretenimento


Receitas do game chegaram a US$360 milhões no 1º dia de vendas nos EUA e Reino Unido, superando o anterior e ex-dono da marca, "Modern Warfare 2".


Confirmando as expectativas da produtora Activision, o novo (e polêmico) game “Call of Duty: Black Ops”, lançado em 9/11 nos EUA e na Europa, tornou-se o maior lançamento da história do entretenimento, segundo informações do site especializado IGN.


Para alcançar essa marca, a sequência de tiro em primeira pessoa vendeu impressionantes 5,6 milhões de cópias em seu primeiro dia de vendas na América do Norte e no Reino Unido, o que resultou em uma receita de 360 milhões de dólares no período.


Com esse resultado, “Black Ops” superou o game anterior da série e antigo dono da marca, “Modern Warfare 2”, que no final do ano passado registrou “apenas” 4,7 milhões de unidades vendidas e 310 milhões de dólares em receita.


“Nunca houve outra franquia de entretenimento na história a conseguir esse recorde de lançamento por dois anos seguidos e nós estamos no caminho para superar o recorde de 550 milhões de dólares do ano passado durante os primeiros cinco dias de vendas globais”, afirma o CEO da Activision Blizzard, Bobby Kotick.


Rivais
Ao alcançar o posto de mais vendido na história do entretenimento, "Black Ops" deixa muitos rivais de peso comendo poeira, como os jogos "GTA IV" e o já citado "irmão" "Modern Warfare 2".


Já nas outras áreas do entretenimento, segundo informações do site de games Kotaku, o título deixa para trás outros recordistas por categorias, como o filme "Batman - O Cavaleiro das Trevas" (2008), que arrecadou 66,4 milhões de dólares nas primeiras 24h em cartaz nos EUA e o livro "Harry Potter e as Relíquias da Morte", que alcançou cerca de 200 milhões de dólares no primeiro dia de comercialização nos EUA e Reino Unido.
Brasil


"Call of Duty: Black Ops" tem previsão de chegar oficialmente (o jogo já está disponível em camelôs do País há alguns dias) ao Brasil no próximo dia 16 e já se encontra em pré-venda em alguns sites, como o da FNAC, em que custa 179 reais (DS) e 199 reais (versões para PS3, Wii e Xbox 360). O título também será lançado para PC.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

XENOFOBIA

OAB processa estudante paulista Mayara Petruso por racismo contra os nordestinos






A seção Pernambuco da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PE) entra hoje, na  Justiça de São Paulo, com representação criminal contra a onda de ataques
aos nordestinos divulgada por meio do Twitter após a eleição de DilmaRousseff.


No domingo à noite, usuários da rede de microblogs começaram a postar mensagens ofensivas ao Nordeste, relacionando o resultado à boa votação de Dilma na região.
A representação da OAB-PE é contra a estudante de Direito Mayara Petruso, de São Paulo, uma das que teriam iniciado os ataques.


Segundo o presidente da OAB-PE, Henrique Mariano, Mayara deverá responder por crime de racismo (pena de dois a cinco anos de prisão, mais multa) e incitação pública de prática de crime (cuja pena é detenção de três a seis meses, ou multa), no caso, homicídio.


Entre as mensagens postadas pela universitária, há frases como: "Nordestino não é gente. Faça um favor a SP, mate um nordestino afogado!".






- São mensagens absolutamente preconceituosas. Além disso, é inadmissível  que uma estudante de Direito tenha atitudes contrárias à função social da sua profissão. Como alguém com esse comportamento vai se tornar um
profissional que precisa defender a Justiça e os direitos humanos? — diz  Mariano.
Em julho deste ano, a seção pernambucana da Ordem já havia prestado queixa à Polícia Federal contra pelo menos dez usuários do Twitter, por mensagens


ofensivas aos nordestinos após as enchentes na região.
- Essas redes sociais são meios de comunicação de alcance nacional, e crimes que ocorram nelas são de ordem federal. São ofensas que atingem a todos os nordestinos, existe um direito difuso aí sendo desrespeitado — completa


Mariano, para quem o nível agressivo da campanha pela internet este ano, apesar de não justificar os ataques, pode tê-los estimulado.






No domingo, usuários do Twitter insatisfeitos com a vitória de Dilma  começaram a postar frases como "Tinham que separar o Nordeste e os bolsas vadio do Brasil" e "Construindo câmara de gás no Nordeste matando geral".


Como reação, outros usuários passaram a gerar uma onda de mensagens com"#orgulhodesernordestino", hashtag que ficou entre os primeiros lugares no
ranking mundial de temas mais citados no Twitter.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

FERIDAS QUE NÃO CICATRIZAM

Hiroshima, no Japão, sediou hoje uma cerimônia para lembrar o 65º aniversário do lançamento da primeira bomba atômica da história mundial. Apenas três dias depois, uma nova bomba seria lançada – dessa vez em Nagasaki. Ao todo, foram mais de 300 mil pessoas mortas e a destruição total das duas cidades, deixando o país arrasado e chocando o mundo com o potencial mortífero desse tipo de arma.
Hoje, milhares de pessoas se concentraram na Praça da Paz de Hiroshima, às 8h15, exata hora em que, em 1945, a bomba foi jogada. Pela primeira vez a tradicional cerimônia foi assistida por um representante dos Estados Unidos e pelo secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon.


O Greenpeace relembra o aniversário este ano com trabalhos junto ao escritório israelense, aproveitando a ocasião para não só relembrar o sofrimento das vítimas das bombas atômicas, mas também pressionar por um Oriente Médio livre de armas de destruição em massa.


As bombas de Hiroshima e Nagasaki só puderam ser produzidas com conhecimentos obtidos a partir do primeiro reator nuclear do mundo. É grande a proximidade entre a utilização de energia nuclear para fins energéticos e fins militares ou bélicos. A ameaça nuclear (energética ou militar) é um perigo desnecessário e caro. “Hiroshima é exemplo de quão perigosa pode ser a tecnologia nuclear. A linha entre a utilização militar e civil da fissão nuclear é tênue e quase inexistente. Quanto mais se aposta na utilização da energia nuclear, mais se aumenta a probabilidade de que outras Hiroshimas aconteçam. É preciso parar antes que seja inevitável”, afirma André Amaral, coordenador da campanha de nuclear do Greenpeace Brasil.


“A produção de energia nuclear é tão perigosa quanto a bomba em si. Aliás, trata-se do mesmo processo, que nos reatores é contido. Acidentes em usinas, nas minas de urânio, durante o transporte de material radioativo ou em qualquer fase de produção do combustível necessário para a geração de eletricidade nos reatores são extremamente perigosos, podendo levar a contaminação de milhares de pessoas e do meio ambiente, trazendo um legado que poderá perdurar por gerações.”, completa.


No Brasil, a Associação Paulista de Medicina promoveu no dia 02 de agosto, em São Paulo, uma cerimônia em memória das vítimas da bomba e também a abertura de uma exposição, que vai de 03 de agosto a 30 de setembro, com fotografias que contam a história das cidades – do lançamento das bombas até os dias atuais. Saiba mais aqui.


Em 1973 Vinícius de Moraes escreveu um poema sobre o tema, que se tornou muito conhecido. Confira:


Rosa de Hiroshima


Pensem nas crianças


Mudas telepáticas


Pensem nas meninas


Cegas inexatas


Pensem nas mulheres


Rotas alteradas


Pensem nas feridas


Como rosas cálidas


Mas, oh, não se esqueçam


Da rosa da rosa


Da rosa de Hiroshima


A rosa hereditária


A rosa radioativa


Estúpida e inválida


A rosa com cirrose


A anti-rosa atômica


Sem cor sem perfume


Sem rosa, sem nada